Eu tenho essa mania idiota de amar as pessoas erradas. E aqui estou eu novamente, batendo insistentemente na mesma tecla. Eu estou tão fraca que perceber o meu erro já não me surpreende. No fundo, bem no fundo, eu sei que sempre irei gostar de quem não gosta de mim. Eu simplesmente sei. Mas o meu "saber" de nada serve a não ser para causar aquela sensação de Déjà Vu, aquele arrependimento repleto de descontentação, aquela angústia que sentimos quando cometemos o mesmo erro duas vezes. E eu acho que essa tragédia íntima acontece apenas para me fazer sentir viva. Porque no fundo eu sei que sou uma pessoa entorpecida. Mas eu também sei que quando amo, algo dentro de mim ressuscita, toma vida. Porque somente o ato de amar já me possibilita sentir. Ser. Viver. E quando, por infelicidade do destino, a vida pisa em cima desse meu amor, a coisa dentro de mim volta a morrer. Assim tão rápido, assim tão fácil, assim quase indolor. E eu digo quase, porque é uma dor diferente, é uma dor que nós sentimos somente quando percebemos que está faltando algo dentro de nós. E desse jeito estranho, quase louco, o ciclo continua. Meu coração morre e ressuscita. Morre e ressuscita. Morre e ressuscita... Ele morre.
Até o momento em que eu encontre alguém que não gosta de mim e ame novamente.
Então ele ressuscita.
Mto bom... gostei do seus textos... adorei o blog.
ResponderExcluirmuito legal o texto! adorei o blog, m visite , sigo todos que me seguem!http://anavidadeestilista.blogspot.com/
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