Sou a paz que antecede uma tempestade. Sou o nada que caminha sem rumo por estradas infinitas, esperando encontrar o que não sei se existe. Pressinto o caos que paira sobre mim, esperando apenas por um espirro para desmoronar. E espirro, e sinto a catástrofe, e enfrento-a. Pois enquanto não houver uma tempestade, o medo se alastrará. Mas o mesmo se esvai com a calmaria que vem depois...
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